“O Zen desafia qualquer definição: nem é uma religião, nem uma filosofia, nem um sistema de pensamento, nem uma doutrina, nem uma crença.
A meditação Zen, como prática de base, ajuda-nos a experimentar
o que não pode ser definido: o instante presente, aqui, agora.”
Às quartas-feiras, no círculo de partilha na UBP, decidimos “estudar” o Zen. Claro que o primeiro problema é que o Zen de uma certa forma não é “estudável”
A discussão foi à volta dos quatro aspectos geralmente apresentados como possíveis “definições”:
- transmissão especial de mente a mente ou de coração a coração, fora do ensinamento ortodoxo
- não-dependência de escrituras sagradas
- aponta directamente ao coração-mente humano
- realização da própria natureza, tornar-se buda
Curiosamente, o ponto onde nos detivemos mais tempo foi o terceiro: aponta directamente ao coração-mente humano. O TPC é ler o artigo sobre Zen da Wikipedia para ter algumas noções históricas… e não só.



Jaime Disse:
on Novembro 16, 2006 at 3:24 pm
É o nada que é tudo tal como Agostinho da Silva tanto falava…
chumani Disse:
on Novembro 17, 2006 at 7:51 am
ou que alguém descreveu assim “quando olho para dentro, vejo que sou nada, e isso é sabedoria; quando olho para fora vejo que sou tudo e isso é compaixão”
Avusa Disse:
on Novembro 17, 2006 at 5:08 pm
Estava a ler o post, quando me deparei com este comentário da Chumani. Bateu-me forte, sabes? Podes dizer-me quem é o autor?
chumani Disse:
on Novembro 19, 2006 at 8:58 pm
É um insight absolutamente fantástico, vou tentar recordar-me do nome do autor.
Hugo Disse:
on Dezembro 30, 2008 at 7:04 pm
o autor…
Nisargadatta,