“O Zen desafia qualquer definição: nem é uma religião, nem uma filosofia, nem um sistema de pensamento, nem uma doutrina, nem uma crença.
A meditação Zen, como prática de base, ajuda-nos a experimentar
o que não pode ser definido: o instante presente, aqui, agora.”

Amy Hollowell sensei

Às quartas-feiras, no círculo de partilha na UBP, decidimos “estudar” o Zen. Claro que o primeiro problema é que o Zen de uma certa forma não é “estudável” :)   A discussão foi à volta dos quatro aspectos geralmente apresentados como possíveis “definições”:

- transmissão especial de mente a mente ou de coração a coração, fora do ensinamento ortodoxo
- não-dependência de escrituras sagradas
- aponta directamente ao coração-mente humano
- realização da própria natureza, tornar-se buda

Curiosamente, o ponto onde nos detivemos mais tempo foi o terceiro: aponta directamente ao coração-mente humano. O TPC é ler o artigo sobre Zen da Wikipedia para ter algumas noções históricas… e não só.

5 Comentários »

  1. Jaime Disse:

    É o nada que é tudo tal como Agostinho da Silva tanto falava…

  2. chumani Disse:

    ou que alguém descreveu assim “quando olho para dentro, vejo que sou nada, e isso é sabedoria; quando olho para fora vejo que sou tudo e isso é compaixão”

  3. Avusa Disse:

    Estava a ler o post, quando me deparei com este comentário da Chumani. Bateu-me forte, sabes? Podes dizer-me quem é o autor?

  4. chumani Disse:

    É um insight absolutamente fantástico, vou tentar recordar-me do nome do autor.

  5. Hugo Disse:

    o autor…
    Nisargadatta,


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